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22/09/2010

Nights In White Satin

 

Nights in white satin, never reaching the end,
Letters I've written, never meaning to send.
Beauty I'd always missed with these eyes before.
Just what the truth is, I can't say anymore.

'Cos I love you, yes I love you, oh how I love you.

06/09/2010

Cyclying Trivialities

Há músicas que tocam, sempre, no coração. E esta é uma delas.

21/07/2010

à minha mãe e sogra, com beijinhos muitos!

com reminiscências duma música dos estrunfes, digo

"se uma mãe chateia* muita gente, duas mães chateiam muito mais!"


*chateiam como quem diz, põe-nos o coração nas mãos, os nossos e os delas.

23/06/2010

e de uma forma ou outra, eu subscrevo isto.

Trecho descaradamente copiado da Lady Oh My Dog!


Por estas e por outras, nunca compreendi as aves raras que fazem a substituição de “fiz-lhe um broche” por um “fui lá abaixo”, ou as que dizem “coisámos” em vez de “fodemos”. São intervenções que deviam ser multadas (proibir é pouco democrático). Também considero que estas pessoas deviam pagar mais impostos e estarem nitidamente identificadas ao cidadão comum com um crachá (ou broche) com a menção “eu não digo cona, digo lolota”. 

Ler texto completo aqui.

11/03/2010

Tenho orgulho em mim. Tenho orgulho de quem sou e, principalmente, tenho orgulho de ser filha dos meus Pais.
Os meus Pais não são nem foram os melhores do Mundo, nem eu, no alto da minha arrogância, poderia afirma-lo. Mas foram os melhores pais que sabiam ser. Fui uma criança e uma adolescente bastante complicada, e uma filha do pior. Levei demasiado tempo para perceber que a minha mãe é uma mulher e o meu pai um homem e nunca tiveram o adjectivo "super" agregado ao nome e que há alturas em que não existe culpa. Como tal demorei demasiado tempo a desculpar e a baixar as armas.

Este é o meu Pai, anos antes de nos ter como sua família.
Sabia-o feliz naqueles Verões na Praia das Maçãs. Anos mais tarde também me sentei naquele muro e fui também eu feliz ali, a entrar e a sair da água, o cheiro do cloro entranhado nos cabelos, o chá quente nas manhãs de Verão em Sintra, acompanhadas por pão com chouriço que só nós, a minha mãe, o meu pai, o meu irmão e eu entendemos.
As lembranças da minha infância e juventude ficam agora mais acesas e são-me mais importantes que nunca. E o que fica nem é tanto as histórias que se passaram, ou os sítios em que estávamos, ou com quem estávamos. É a recordação do meu Pai estar. É cheiro ou o mimo ou a gargalhada. São as coisas que gostava, o seu tipo de humor e tudo... tudo, tudo o que me ensinou. Ou, tristemente, tudo aquilo que me lembro dele me ensinar.
E quando estou sozinha, secretamente, penso que conhecia o meu Pai bem antes dele nos conhecer a nós. Como naquela fotografia, penso estar lá, não atrás da máquina, mas ao lado a comer um epá. Que já partilhava com ele a maneira de sermos, os gostos, a forte gargalhada, o tipo de humor...
E da mesma forma, gosto de pensar que ele vai sempre por perto, a conhecer-me a mim...
Por me saber tão filha do meu Pai, tão igual a si, não passa um dia em que não me recorde dele. Consequentemente, da falta que ele me faz e da dor que é não poder partilhar mais da minha vida com ele.